Bio

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Sobre

Marcos Slayder  é um cantador contemporâneo brasileiro que transforma histórias, lendas, personagens e paisagens do Brasil em canções para espantar a tristeza.

Compõe canções inspiradas nos encontros que coleciona ao longo da vida. Seu trabalho mistura naturalmente a poesia do cordel, a força da música nordestina, a irreverência carioca, o rock, o blues, a MPB e outras influências que fazem parte de sua formação.

Mas nenhum desses estilos define sua obra.

O que realmente define sua obra é a vontade de transformar o imaginário brasileiro em canções.

Marcos acredita que uma canção pode divertir, emocionar, fazer pensar e, principalmente, espantar a tristeza. Por isso prefere ser chamado de cantador, alguém que usa a música como quem conversa ao redor de uma fogueira, compartilhando causos, lembranças, personagens e sonhos.

Seu primeiro lançamento, Cordel Uruaú, nasceu de um cordel escrito por ele próprio e transformado em canção. Ambientada na Lagoa do Uruaú, em Beberibe, no Ceará, a obra mistura romance, misticismo e paisagens brasileiras para apresentar ao público o universo artístico que pretende desenvolver em seus próximos trabalhos.

Atualmente desenvolve um projeto autoral formado por uma série de singles independentes. Cada lançamento amplia um mesmo universo artístico, inspirado no imaginário brasileiro, onde histórias, personagens, lendas e paisagens encontram diferentes ritmos para celebrar a alegria.

História

Marcos Slayder  nasceu no Brasil, em Campos dos Goitacazes, no interior do estado do Rio de Janeiro, em 1 de novembro de 1968. É filho da dona Alda Ribeiro e do campeão de fisiculturismo e lutador de telecatch, Hermínio Ribeiro, o “Pantera”.

Ainda menino, após a separação dos seus pais, morou em Niterói, no estado do Rio de Janeiro, onde foi educado pela mãe, com a ajuda dos seus tios Aldir (profissional da aviação e um boêmio apaixonado por samba, futebol e carnaval) e Dalton (empresário da contabilidade e do jornalismo), ambos donos de uma farta, distinta e variada coleção de discos de samba, rock, baião, jazz, valsa, bossa nova e outros ritmos latinos e europeus. Cresceu cercado por essa coleção enorme de discos onde passou horas fuçando, escutando, se divertindo e, inconscientemente, se alimentando daquela muvuca sonora.

Foi enfeitiçado musicalmente pela primeira vez quando escutou “Filho da Bahia”, cantada por Fafá de Belém e, pela segunda vez com “Eu Só Quero Um Xodó”, na voz de Gilberto Gil, sendo repetidas vezes cantaroladas mentalmente por ele, inclusive nesse exato momento.

Dança

Antes de cantar, Marcos aprendeu a contar histórias com o corpo. Viveu intensamente a cultura Hip Hop. Como B-boy, integrou um grupo de Breaking Dance formado por amigos da escola. Com a experiência da dança descobriu a importância do ritmo, da presença de palco e da comunicação sem palavras — elementos que mais tarde levaria para seus shows.

Influências

Foi seduzido pela gaita ao ouvir “The Midnight Cowboy Theme”, de John Barry, executada em gaita cromática. Logo começou a estudar o instrumento e, posteriormente, migrou para a gaita diatônica, influenciado pelo blues.

Cresceu ouvindo samba, baião, rock, jazz, blues e MPB. Mais tarde descobriu a poesia dos cantadores nordestinos, a força do rock britânico, o balanço do rhythm and blues e a riqueza da música popular brasileira. Em vez de escolher um único caminho, preferiu carregar todos eles para dentro de suas composições.

Início na Música

A carreira profissional começou em 1988, como cantor,  gaitista e tecladista da banda de rockabilly Cadillac 55.  Durante dez anos, apresentou-se em diversas cidades dos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. Em 1992 participou do LP “Coletânea”, lançado pela gravadora Niterói Discos, e do videoclipe “Club, Boozy, Crazy 42”, gravado na tradicional boate Flórida, um elegante bordel no Rio de Janeiro.

O sucesso da banda manteve a agenda de shows sempre movimentada, rendendo entrevistas para jornais, rádios e programas de televisão. Em uma dessas ocasiões, recebeu em casa a jornalista Fátima Bernardes e a equipe do Fantástico, para uma entrevista.

O Autor

A vontade de realizar outros projetos pessoais, além da música, levou Marcos a realizar outro desejo: ser um arquiteto.

Foi justamente durante esse período, afastado dos palcos, que nasceu o compositor. Enquanto cursava arquitetura, passou a estudar violão, teclado e técnica vocal para dar forma às próprias canções.

Também conheceu o maestro e pianista Charles Franz, cujo método de ensino, baseado em símbolos gráficos, intuição e sensibilidade, influenciou sua maneira de pensar a música. 

A profissão de arquiteto ampliou sua convivência com o Nordeste brasileiro. Correu chão de cidades da capital e do interior da região, chegando a morar na Vila do Uruaú, em Beberibe, no Ceará, onde conheceu Raimundo Fagner e aprofundou seu contato com a cultura popular nordestina.

Nessas andanças teve bastante contato com a literatura de cordel. Inspirado por esse universo e por poetas como Manuel de Barros e Patativa do Assaré, escreveu seu primeiro cordel, “Cordel Uruaú”, que mistura uma lenda de amor com acontecimentos místicos na praia paradisíaca da Lagoa do Uruaú, que mais tarde seria transformado em música. 

Trabalho Autoral

Atualmente Marcos Slayder desenvolve um projeto autoral formado por uma série de singles independentes, unidos pela mesma proposta artística: transformar elementos do imaginário brasileiro em canções que transitam naturalmente entre diferentes ritmos.

Seu repertório reúne canções inéditas que abordam temas variados, sempre guiadas pela poesia, pela cultura brasileira e pelo desejo de criar músicas capazes de emocionar, divertir e espantar a tristeza.

As obras apresentadas neste site são inéditas e também estão disponíveis para intérpretes interessados em gravá-las.

Contato para parcerias: Pryscilla Vieira
(22) 99766-1187
(22) 99971-3504.

O Projeto

A partir de Cordel Uruaú, Marcos Slayder inicia um projeto autoral inspirado no imaginário brasileiro.

Mais do que uma coleção de canções, o projeto busca formar um universo musical onde tradição e contemporaneidade convivem naturalmente, unindo cordel, poesia popular, lendas, personagens, paisagens e diferentes ritmos da música brasileira.

Em cada novo trabalho, o ritmo muda conforme a história pede. O fio condutor permanece o mesmo: contar boas histórias, emocionar, divertir e espantar a tristeza.

Cada novo lançamento amplia esse universo, revelando novas histórias, lendas, personagens e paisagens do Brasil, sempre guiado pelo propósito de transformar o imaginário brasileiro em música.